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Dominó
[De or. incerta; poss. relacionado ao ablat. de dominus, 'mestre', 'senhor', extraído de uma fórmula de oração tal benedicamus domino, 'bendizemos ao senhor', um cumprimento trocado entre padres e monges.]
S. m.
1. Túnica, com capuz e mangas, para disfarce de mascarados pelo carnaval: &
2. Pessoa que veste esse traje.
Convidamo-lo a viver a experiência
de
uma noite
de magia, uma tradição de séculos.
Participe na Noite do Dominó,
a 11 de Fevereiro próximo.
Dominó é um dos personagens clássicos da commedia dell’arte italiana, ainda que menos conhecido do que Pierrot, Arlequim ou Columbina.
Como fantasia de Carnaval começou por ser usada pelos antigos venezianos.
Pode ser feita de cetim ou veludo, mas é sobretudo apresentada em sarja, normalmente de cor negra.
Esta túnica até aos pés, com capuz e mangas, acrescida de luvas, de uma misteriosa máscara e com a voz colocada num estridente falsete, permite o encobrimento total. Deixamos de ser gordos ou magros, feios ou bonitos, homens ou mulheres, ocultamos a nossa classe social e... saímos para conviver.
A colher de pau surge, por cá, para manter afastados os mais atrevidos. É que o direito à ocultação da identidade é levado muito a sério.
Vista-se de Dominó, venha até Ovar e participe desta tradição secular.


Camilo Castelo Branco escreveu um conto intitulado "Coisas Que Só Eu Sei" e que tem por base um encontro entre dois dominós.
Porque pertence ao domínio público, temos para lhe oferecer a leitura deste conto de um dos maiores autores da literatura portuguesa. Fique com ele clicando aqui.
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